A Escola Municipal Luiz Viana Filho segue de portas fechadas para os alunos desde o início do ano letivo de 2026. O motivo é uma reforma de ampliação para a implementação do ensino em tempo integral que ainda não foi concluída.
Cerca de 200 crianças da Educação Infantil estão fora da sala de aula. Pais e responsáveis relatam indignação com a sucessão de prazos descumpridos. Segundo informações apuradas, a direção da unidade escolar chegou a buscar imóveis para aluguel provisório com o intuito de não interromper o calendário pedagógico, mas a tentativa não prosperou por falta de locais adequados no município.
A situação ganhou repercussão nas redes sociais após relatos de moradores e influenciadores digitais, que expuseram o abandono do cronograma escolar. O caso agora tomou contornos jurídicos: uma representação foi protocolada junto ao Ministério Público da Bahia (MP-BA), em Itaberaba, exigindo providências urgentes da Secretaria Municipal de Educação.
Entre os pedidos formulados ao Ministério Público, destaca-se: A retomada imediata das aulas em local adequado; A fiscalização rigorosa do contrato de reforma; Em caso de impossibilidade de atendimento na rede pública, que o município custeie o ensino na rede privada para evitar maiores prejuízos aos alunos matriculados na unidade de Tempo Integral.
Até o fechamento desta edição, a Prefeitura Municipal de Itaberaba não havia se pronunciado oficialmente sobre a nova previsão de entrega das chaves ou sobre o plano de reposição de aulas para os alunos prejudicado.

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