Governo reduz para 1500 o limite máximo de pessoas em eventos na Bahia
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O governador Rui Costa (PT) anunciou, na manhã desta quinta-feira, 20, que irá reduzir, pela segunda vez em menos de duas semanas, o número máximo de pessoas em eventos no estado, em resposta ao avanço da variante Ômicron na Bahia.


Agora, de acordo com o petista, a lotação permitida será de 1.500 pessoas. O novo decreto será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira, 21, e substitui o atual, que permitia, até então, 3 mil pessoas.

“Hoje eu assino (o decreto) reduzindo o limite máximo de público em eventos de 3 mil para 1500 pessoas”, disse o governador. “Vai continuar o critério de 50% de lotação do espaço. A regra é o seguinte, pode até 50%, isso permanece, mas o limite máximo será de 1500 pessoas nesses eventos”, destacou.

“Essa nova variante mata e leva as pessoas para UTI. ela é levemente menos agressiva que a outra, mas continua matando. só a vacina pode parar essas mortes e internações em UTIs.”, completou o governador.

Alerta

Órgão que fiscaliza o SUS no estado, O Conselho Estadual de Saúde (CES-BA) emitiu nota nesta quinta-feira, cobrando medidas mais duras do governo estadual para o controle da pandemia e do surto de síndromes gripais no estado. Segundo a entidade, há um aumento expressivo de casos em toda a Bahia.

Entre as recomendações do órgão, estão a ampliação da cobrança do passaporte de vacina para ambientes fechados e compartilhados, incluindo marítimo. Para o CES, a comprovação através de formulário online deve ser exigida, previamente, em qualquer tipo de reserva de qualquer natureza, seja em hospedagens ou na compra de passagens, por exemplo.

“É preciso fechar o cerco contra os não-vacinados. Não podemos continuar permitindo essa postura negacionista que coloca em risco a saúde de toda a população”, afirma Marcos Sampaio, presidente do CES-BA. “Vendo a situação das pessoas no transporte público, eu, pessoalmente, defendo também que seja aumentada a oferta de veículos nos horários de pico para que sejam reduzidas as aglomerações e o risco de contágio”, diz.

O mesmo documento solicita, ainda, a criação de um Comitê Consultivo de Avaliação de Flexibilizações e Restrições com a participação de representantes de entidades científicas, da sociedade civil organizada, dos órgãos colegiados de controle social e de gestores da saúde locais.

Fonte: A Tarde



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