Ruy Barbosa Notícias | O Portal de Notícias da Cidade!: Eleição na AL-BA pode provocar ruptura na base aliada do governo do Estado


Eleição na AL-BA pode provocar ruptura na base aliada do governo do Estado

Com a proximidade das eleições para a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), cresce a tensão no Palácio de Ondina diante de uma provável ruptura. De acordo com informações da coluna Satélite do Correio*, o maior destaque no caso é o senador Otto Alencar (PSD), que já admitiu a existência de um movimento de "diáspora" e atribuiu a responsabilidade do feito ao atual presidente e candidato à reeleição, Marcelo Nilo (PSL). Em entrevista ao Bahia.ba, Otto se disse surpreso pelo assédio de articuladores do governo do Estado sobre deputados estaduais, a fim de favorecer a campanha de Nilo.


Segundo Otto, o chefe de gabinete de Rui Costa (PT), Cícero Monteiro, ligou para os parlamentares para avisar que o presidente é o nome defendido pelo grupo liderado pelo PT. Para o governo, isso teria significado o primeiro indício do fim da aliança política com o senador. Otto, inclusive, apoia Ângelo Coronel (PSD), opositor de Nilo na disputa da AL-BA. Segundo a publicação, para acirrar ainda mais a disputa, os deputados da oposição saíram da reunião com o prefeito ACM Neto (DEM), nessa sexta (27), sem decidir em quem votarão nas eleições da próxima quinta (2). Como afirmado por parlamentares presentes no encontro, a bancada não está nem perto de chegar a um consenso. (informações Bahia Notícias)


Já no Tribuna da Bahia...


Em relação à base aliada, a disputa segue tensa, com frequentes embates entre os três candidatos. Embora uma possível fissura seja minimizada por políticos da base, o secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Jaques Wagner, disse que está trabalhando para manter o bloco unido, conforme mostramos na última sexta. “A oposição, na medida que tem duas candidaturas, tenta aproveitar.


Eu estive ontem com João Leão, estive com Otto Alencar, conversei também com Luiz Augusto, Coronel, Marcelo Nilo. Acho que quem está apostando que isso vai resultar num racha da base, está fazendo uma aposta para perder”, declarou à imprensa, ao mesmo tempo em que defendeu a possível sexta reeleição de Nilo. “Não há impedimento legal”, argumentou.


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